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domingo, 23 de maio de 2010

Quinteto Dias Reino

É com imensa alegria que anuncio que, em breve, nosso quarteto terá mais um membro, lá pelo mês de janeiro de 2011... Sim, estou grávida novamente! Muitas coisas têm acontecido nos últimos dias e não tenho tido nem energia, nem tempo de me dedicar aos meus textos. Mas acredito que, aos poucos, retomarei minhas atividades aqui.

Agora, por exemplo, estou com aquela cara de enjôo... O início da gestação para mim é assim mesmo. Se bem que acho que desta vez estou enjoando um pouco menos (nem vomitei ainda; vitória!). Cada barriga é uma barriga, cada bebê é cada bebê, afinal de contas... Mas o cansaço e a necessidade de deitar e repousar é a mesma.

O interessante desta gravidez é que ela não foi planejada. Meu marido e eu acreditávamos piamente que não desejávamos mais filhos. E eu repetia com ele que não dava mais, outra criança significaria mais trabalho, mais tudo. Então, pensava que não. Mas no meu íntimo, sentia que sim. Acho que foi assim. Como meu método contraceptivo era natural (sou adepta do método termo-muco-cervical, do qual já falei diversas vezes neste blog e especialmente aqui), tenho me deparado com perguntas e colocaçãoes do tipo: "esse método não funciona, eu já sabia"...

Portanto, eu gostaria de deixar uma coisa bem clara. A mulher que não deseja engravidar jamais tem duas opções: ser abstinente sexual ou ter relações com outra mulher. Pronto! Assim, estará segura! Todos sabem que não existe método contraceptivo com 100% de eficácia. E digo mais: um método natural como este do qual falo é gratuito, portanto não obedece a interesses de ninguém, não tem nenhum efeito colateral e empodera a mulher, no sentido que a coloca diretamente com contato consigo mesma através do seu próprio corpo, seus ciclos.

É claro que o controle da vida sexual não é fácil. É preciso um parceiro que acredite no que a mulher está fazendo, que compreenda o ciclo e que esteja disposto a viver com um certo rigor sexual. Não é uma decisão nem simples, nem fácil. Não vou dizer que não me sinto insegura quando penso que ainda tenho aí quase 20 anos de vida de ciclos férteis. Isto é assustador: pensar que temos que ser "caxias", além de observar, respeitar meus ciclos durante ainda tanto tempo! Mas isto é outro assunto e não é a prioridade agora. No tempo certo, vamos achar o que é melhor para nós.

Um outro ponto que acho relevante é o fato da maternidade vir para quem quer, ou quando a mulher sabe que deve porque se sente segura em relação ao parceiro, ou porque ela deseja isso concientemente. No fim das contas, concordo com minha amiga Rita Pinho do Ventre Livre: só engravida quem permite, seja por um desejo conciente ou um desejo profundo e inconciente.

Sabem aquelas histórias de mulheres que engravidam com D.I.U, com camisinha? O nosso foi mais ou menos assim: nós sabíamos que eu estava fértil e percebemos que algo escapuliu. Anotei, mas não achei que fosse nada grave. Até a menstruação começar a atrasar, atrasar e finalmente não descer mesmo! Aí veio um enjôo aqui, outro ali, muitas preocupações e o reconhecimento de um desejo enorme que eu vinha escondendo há alguns meses. João chegou a ficar nervoso, mas foi se acalmando e agora está curtindo a idéia. Decidimos assumir esta criança e nos preparar da melhor forma possível para recebê-la!

Então é isso! Levei a manhã inteira para escrever este post, com tantas indas e vindas: Gabrielzinho, soneca, enfim... O ritmo de grávida é outro mesmo e vou compreendendo-o e me adaptando a ele de pouco a pouco. Até breve!

segunda-feira, 3 de maio de 2010

A Homeopatia em nossa casa

Meu marido, João, retornou ontem à noite de um trabalho de três dias em Goiânia sobre homeopatia. É a terceira vez que ele participa deste congresso chamado "Educação Continuada em Homeopatia Previsível - IV Módulo" como intérprete de conferências. E todo ano é a mesma coisa: ele tem um monte de coisas impressionantes para me contar! São casos e mais casos, de pessoas muito doentes, de coisas que a alopatia não dá conta, problemas de família que se manifestam na saúde de um único indivíduo.

Querem algum exemplo? Um neném que tinha uma espécie de bola no nariz e o negócio sumiu totalmente. Outro neném cuja mãe derrubou água fervente e o bebê teve toda a pele da parte frontal do corpo destruída. Hoje ele tem cinco anos e nenhuma cicatriz. É. NENHUMA. Tudo pode se refazer em nosso corpo, até mesmo a cicatriz é a expressão de como nosso corpo lida com tal e tal situação... A estrela desse evento é o médico indiano Bandish Ambani, que tem uma vivência vasta de cura na Índia: a cura pela homeopatia!

Curiosamente, neste fim de semana, tive uma experiência com a homeopatia e o Gabriel. Como eu havia escrito aqui há alguns dias, meu pequeno estava doente e, como não melhorava, resolvi levá-lo à homeopata na sexta passada. Foi muito bom termos ido. Ela o examinou e disse que eu deveria tirar um raio-X do tórax dele, que estava chiando. Essa parte foi difícil: debaixo do sol de meio-dia de Brasília, eu rodando com ele no colo e Nina me ajudando, indo hospital para conseguir a radiografia para o mesmo dia. Acabou dando tudo certo e seus pulmões estão limpos. Menos mal. Começamos na sexta com a medicação homeopática, e de lá para cá, ele já teve aquela piora típica da homeopatia e começa a apresentar melhoras. O processo é lento e requer cuidado e paciência. E tenho isso de sobra!

Para mim, que sou sua mãe, acho que o que ele está passando tem a ver com as mudanças que estão acontecendo e estão para acontecer em sua vida. Acho que todo o processo de desmame está envolvido. Sei lá. O fato também de estarmos todos nós na expectativa de uma mudança de vida, já que nosso provedor deixará de ser free-lancer e assumirá um posto como funcionário público. Engraçado, no meu primeiro post deste blog eu escrevi justamente o oposto: que meu marido não era funcionário público e tal, que nossa vida era completamente fora do padrão. Bom, sinceramente, sei que mesmo ele tendo um emprego "normal", nós continuamos sendo uma família "anormal", com propostas bem diferentes das atuais desse mundo enlatado que está aí (expressão da Fernanda Matos).

Eu também estou em processo de mudanças: algumas vontades que não apareciam antes começam a se manifestar. Vontade de produzir mais, escrever mais, dançar mais, trocar mais com outras pessoas... Inclusive, meus ciclos menstruais têm começado a ficar mais espaçados. Eles estavam curtos, de 23 a 25 dias, e agora começam a se apresentar em 28 dias. Não sei, para mim, isso já é uma manifestação do meu corpo que algo está mudando dentro de mim. Aquela simbiose com meu filho bebê parece estar chegando ao fim. Também pudera! Ele está crescendo mesmo, está virando uma pequena criança! E minha filha? Seu corpo se prepara claramente para as mudanças hormonais maravilhosas e sagradas que a transformarão em mulher um dia!

É isso. Gostaria de dizer também que estou tendo problemas para postar comentários em meu próprio blog (como isso é possível?) e que portanto, não consigo responder os comentários carinhosos recentes. Também estou tendo problemas ao escrever posts, pois os detalhes sumiram (colocar link, negrito, enfim). Alguém pode me ajudar? Me dizer o que está acontecendo? Será o meu computador ou o blogger?

Fiquemos então na paz, aquela que existe em nós mesmos!

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Olhe para o seu umbigo!

Estou "olhando para o meu próprio umbigo" desde quinta-feira. O motivo? Bem, um cansaço extremo e uma cólica desde quarta... Chego da terapia na quinta de manhã e qual é o meu "dever-de-casa"? Olhar para o meu umbigo! Lá estava eu, no auge da TPM, vindo de dias de muitos encontros e muitos cuidados com o meu bebê, casa bem bagunçada, alguns engalfinhamentos com meu companheiro, volta às aulas da minha criançona, enfim: um trapo!

Cheguei à conclusão que havia passado vários dias fazendo muito pelos outros e pouco por mim mesma. Não é à toa que minha menstruação desceu ferozmente, anunciando-se com cólicas pré-menstruais e dores quando finalmente chegou. Sexta-feira (ontem), fiquei quase que o dia inteiro cuidando de mim, olhando pro meu umbigo, com bolsa de água quente e fazendo o mínimo de coisas possível. Pra piorar, tive uma noite péssima, acordada por dores. É como se o meu corpo estivesse me chamando de novo: ei, olha pra mim, cuida de mim, me ame, me aqueça, me dê atenção!

Então, agora no fim da tarde de sábado, com minha energia começando a voltar, sei o que devo fazer: voltar para o meu centro. Escrever, fazer o que me dá prazer. Semear. A Lua está crescente. É hora de semear de novo. A horta está cheia de mato; é preciso limpá-la minimamente para poder semear coisas novas. Já consegui livrá-la de algumas coisas velhas que estavam lá. Mas ainda falta. A casa precisa de mim de novo. Há bastante coisa a ser arrumada.

As crianças estão aí. Nina retomando suas atividades, revendo os amigos. Daqui a pouco ela volta para a ginástica e o violino. É preciso que eu esteja organizada para acompanhá-la, sem perder o meu foco. Gabriel, depois dessa fase difícil de viroses, alergias, dentes nascendo ao mesmo tempo, irritabilidade em alta, agora está voltando a ser ele mesmo. Aliás, essa história de se concentrar no próprio umbigo, começou com ele. Quando ele estivesse bem irritado, gritando, sem conseguir o que queria, seria a hora de chamar sua atenção para ele mesmo, dizendo: "Gabriel, olha o seu umbigo! Respira! Olha a sua barriguinha!" Assim, ele poderia voltar sua atenção ded fora para dentro de novo.

Estamos aqui passando por momentos de incerteza. João pode ser chamado no Ministério a qualquer momento, o que significa uma mudança de paradigma enorme para nós quatro, visto que ele estará mais tempo fora de casa. Amanhã ele tem um novo concurso e está trabalhando em sua monografia da pós-graduação. Além de tudo, a vida aqui na chácara tem estado um tanto turbulenta. Há uma casa sendo construída atrás do nosso quintal e ainda não sabemos direito quem vai morar lá... Não nos sentimos mais tão seguros e tranquilos como antes. E, ao mesmo tempo, sentimos uma certa angústia de sermos dois adultos, com duas crianças e ainda termos que nos submeter a esse tipo de coisa, de incerteza, sei lá...

Bom, meu tempo aqui por hoje se esgotou. Tive várias dificuldades técnicas com teclado. Mas sei que estou voltando para o meu caminho. Há muito o que dizer, que trocar, compartilhar, viver e escrever. Até breve!

domingo, 27 de dezembro de 2009

Meus 13 ciclos de 2009

Finalmente acabei de passar talvez pela pior TPM do ano!... Ufa! Depois de alguns dias com dores nos seios, cólicas, irritações, cansaços e choros, ela -a tão esperada e sangrenta menstruação- desceu esta madrugada!... Que alívio! O que podia ter sido e não foi agora vai embora, levando mais um pedacinho de mim com ela. Iniciou-se então o meu 13o ciclo do ano.

Com ela, o cansaço e o pensamento de que o método contraceptivo natural que venho usando desde o início do ano tem dado resultados. (Você pode ler um pouquinho mais sobre este método neste mesmo blog, no texto sobre a natureza cíclica da mulher). Passei o ano inteiro tendo um contato mais íntimo comigo mesma diariamente. Fui muito rigorosa com minhas anotações e com minha vida conjugal. Não é fácil para o casal não querer mais filhos e, mesmo assim, não sucumbir aos métodos contraceptivos mais aceitos pela sociedade. "Valeu a pena? Tudo vale a pena se alma não é pequena", já disse uam vez aquele Pessoa.

Confesso que sinto que meu marido ainda não percebeu muito bem o andamento do meu ciclo. Eu tenho que ficar avisando aonde mais ou menos eu estou. Inclusive quando sinto que aquela irritação ou apatia sexual (caraterísticas pessoais minhas durante os dias que antecedem o ciclo) vem chegando, eu tenho que avisá-lo. Bom, nada é perfeito e, se eu mesma estou começando a me conhecer melhor, imagina ele! Prestar atenção no meu ciclo, acompanhá-lo e respeitá-lo e ainda dar conta do seu próprio ciclo hormonal, do qual não sabemos praticamente nada! Sim, mulheres! Eles também têm um ciclo e estão sujeitos a alterações corporais e emocionais. Confesso que não sei nada sobre o assunto. Mas isso é outra história, igualmente importante, mas vamos a uma coisa de cada vez!

São 13 ciclos me observando, fazendo anotações sobre mudanças no meu corpo, acompanhando o movimento da lua, escutando mais os meus sentimentos e instintos. São 13 ciclos também ainda amamentando, quantas vezes me forem pedidas ao dia e à noite. São 13 ciclos de vigília em vários aspectos. São 13 ciclos seguidos sem nenhum hormônio sintético para controlar o meu ciclo. Nunca em minha vida eu havia ficado tanto tempo sem tomar alguma coisa ou ter algo que fizesse o controle dentro de mim. Sinto-me empoderada. E digo, sem modéstia: eu consigo me observar e manter a minha decisão conjunta com o meu marido de não engravidar de uma maneira natural, que não me violenta. Sinto-me livre e satisfeita!

Minha sobrinha de 13 anos dormiu aqui em casa hoje e eu quis saber do seu ciclo. Levei um "chega pra lá" dela, claro. Mas talvez eu consiga conversar com ela e com qualquer outra menina-mulher, mulher, que queira dividir seu ciclo comigo. Estou me preparando para poder receber melhor a adolescência da minha filha. Ainda falta, mas ainda falta também muito tempo comigo mesma, mais observação e compreensão do que é ser mulher. O que é o feminino? Para as minhas amigas amadas que se amam entre si, digo que vocês têm muita sorte em poder viver a vida juntas, pois podem ser o espelho uma da outra.

Enfim, o que quero dizer é que o feminino vai muito além da sexualidade das mulheres. Toda mulher precisa se conhecer melhor e se apoderar do conhecimento do próprio corpo, que foi se perdendo pouco a pouco, o conhecimento do qual fomos privadas por diversas razões que não cabe a mim enumerar. Começo a compreender que minha vida é meu corpo e que meu corpo não está sozinho. Se eu não estiver em sintonia com meu corpo, não estarei nunca em sintonia comigo mesma. E sou mulher, tenho a capacidade de fazer coisas que o corpo do homem não pode. Sou diferente! Oh, que descoberta maravilhosa! Estou começando a penetrar na caverna das sacerdotisas, das curandeiras, das parteiras, das bruxas... Quero cada vez mais adentrar este universo que é tão feminino e que me fascina tanto!

E você? Quer fazer comigo esta viagem maravilhosa para dentro de você mesma e de nossa herança e consciência arquetípica?

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Mandalas

Comprei papel A2 grosso, para arte e novos gizes de cera. (Detalhe: não sei se o plural de “giz” é “gizes” mesmo, mas como o corretor de texto não me corrigiu, deixo assim!) Fiz minha primeira mandala e pretendo fazer mais a cada dia. Minha psicóloga sabe analisá-las. Parece que elas dizem muito sobre quem as faz. O momento de vida da pessoa. Louco, não? Como a mente da gente trabalha sem que a gente se dê conta disso. É o nosso inconsciente mesmo, nossa intuição, nosso coração, falando mais alto do que a razão, através do desenho colorido dentro de um círculo.

Aliás, tenho tido insights sobre a linearidade do mundo, em detrimento de minha natureza cíclica e circular. Meu ventre é redondo e gira em torno de um ciclo de fertilidade que se repete a cada mês. Meus seios são redondos e continuam a alimentar (mesmo que mais espiritualmente do que fisiologicamente) o meu bebê que cresce sem parar. Nas belas íris redondas de minha minha filha, vejo a alegria e a inocência de uma criança que descobre o mundo a cada dia que passa... Então eu me pergunto: por que minha casa tem linhas duras e é retangular? Por que minha horta está disposta em canteiros, leras? Já existe gente por aí afirmando que as hortas devem ser circulares e partir do centro de uma árvore grande e frutífera, como uma bananeira por exemplo.

Até a dança, que fez parte da minha vida por tanto tempo. O balé clássico é formal, rígido, com “linhas” rígidas que vão contra meu corpo cheio de voltas e contornos. Anos de treinamento, para se ter “linha”, justamente, um equilíbrio e uma técnica em que prevalece a precisão. Não que a dança clássica seja só isso, acho que ela pode ser muito mais. Muito mais artística e “redonda”. Estou apenas devaneando sobre mim mesma e minha trajetória em dança (clássica, em sua maioria). Hoje estou interessada em dança-terapia e tenho pesquisado e conversado com as pessoas sobre este tipo de dança, que me parece muito mais natural e femininamente redonda e circular.

segunda-feira, 2 de março de 2009

A natureza cíclica da mulher

Quando eu digo aos outros que estou em processo de auto-conhecimento, geralmente o que vem à cabeça das pessoas é algo de cunho religioso, ou místico, sei lá. No entanto, meu objetivo é uma coisa bem diferente. O meu interesse é me conhecer e me REconhecer como mulher.

Aos 30 anos, casada e mãe de dois filhos, o meu desejo de ficar em casa plenamente está vinculado a uma vontade enorme de conhecimento (auto - visto que eu já coletei informações e adquiri conhecimento e experiência em outras áreas). Talvez para algumas mulheres este processo seja mais natural e elas não tenham que parar para se conhecerem melhor.

Mas eu tenho um palpite. Assim como para mim esse processo requer tempo, dedicação e muita coragem, acredito que no mundo atual, com as mulheres fazendo dupla (ou até tripla) jornada de trabalho, se estabelecendo no mercado de trabalho e etc, muitas mulheres estão longe de sua natureza mais profunda, que é cíclica, fecunda e criativa.

Estou em uma viagem interna, que começa justamente no interior do meu próprio corpo. Vou dar um exemplo. Meu marido e eu não queremos mais ter filhos. Mas ao mesmo tempo, eu não quero tomar hormônios ou recolocar um D.I.U., ou fazer ligadura. Meu marido tampouco está disposto a fazer vasectomia. Então, o que fazer? Se eu estou em busca de um encontro comigo mesma, nada mais coerente do que buscar um método anticoncepcional natural, baseado em observações nas mudanças que meu próprio corpo apresenta durante o ciclo menstrual. Voilà!

Quem já ouviu falar do método Billings, deve saber mais ou menos do que eu estou falando. Este método requer observações diárias do muco vaginal e a elaboração de um gráfico para saber exatamente quando se está fértil e quando se está infértil. Mas acontece que este não é o único mecanismo que existe para reconhecer nossa fertilidade. Ainda podemos acompanhar nossas mudanças de temperatura e a altura e qualidade do cólo uterino, ou cérvix. É claro que este método requer muito rigor e sabedoria, pois quem não quer mais engravidar deve ter disciplina, amorosidade e criatividade para não só se abster de sexo se for necessário, mas também achar novas formas de ter prazer quando se estiver fértil!

Isto é o que queria dividir hoje! Obrigada por me visitar. Volte sempre!